Liquidez
A liquidez mede a rapidez e facilidade com que um ativo pode converter-se em dinheiro disponível sem perder valor significativo no processo.
A liquidez de um ativo indica quão fácil e rápido é convertê-lo em dinheiro sem ter de baixar muito o seu preço para encontrar comprador. O dinheiro numa conta à ordem é o ativo mais líquido possível (já é dinheiro disponível instantaneamente); no outro extremo, um imóvel é um ativo pouco líquido, porque vendê-lo rapidamente costuma exigir baixar o preço, e o processo pode demorar meses. Entre os dois extremos há muitos graus: um depósito a prazo antes do vencimento, ações cotadas ou um fundo de investimento têm diferentes níveis de liquidez e de custo (penalizações, comissões, ou simplesmente o risco de vender no momento errado) para aceder ao dinheiro antes do previsto.
A liquidez é fundamental na hora de decidir onde guardar um fundo de emergência: esse dinheiro deve estar em ativos muito líquidos (conta poupança à ordem, depósito sem penalização) precisamente porque pode ser necessário sem aviso prévio, ainda que isso signifique abdicar da rentabilidade um pouco maior de produtos menos líquidos.
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Perguntas frequentes
O que significa um ativo ser líquido?
Que pode converter-se em dinheiro rapidamente e sem perder valor significativo no processo. O dinheiro numa conta à ordem é o exemplo de máxima liquidez.
Por que o fundo de emergência deve estar em ativos líquidos?
Porque pode ser necessário a qualquer momento e sem aviso prévio; guardá-lo num ativo pouco líquido (como um imóvel ou um investimento com penalização de resgate) poderia obrigar a vendê-lo no momento errado ou a um preço desfavorável.
A falta de liquidez é sempre má?
Não necessariamente: os ativos menos líquidos (imóveis, certos fundos) costumam compensar essa falta de liquidez com uma rentabilidade potencial maior, desde que o dinheiro investido não seja necessário a curto prazo.